
Cate Le Bon, natural de Penboyr, País de Gales, é cantora, compositora e produtora musical cuja obra se distingue pela originalidade e sensibilidade, canta tanto em inglês como em galês. Ao longo da sua carreira, lançou vários álbuns: Me Oh My (2009), Cyrk (2012), Mug Museum (2013), Crab Day (2016), Reward e Myths 004 (2019), Pompeii (2022) e Michelangelo Dying (2025). Mistura folk, indie rock e pop barroco, com arranjos muito trabalhados e frequentemente surreais, usando sintetizadores, guitarras dissonantes e instrumentos analógicos. Além disso, ela tem um papel importante como produtora, colaborando com artistas como Wilco, Deerhunter, John Grant, Devendra Banhart e Horsegirl. A sua experiência com carpintaria, estudada num período de pausa, influenciou muito o processo criativo do álbum Reward, refletindo uma abordagem paciente e focada na construção artística.
O álbum Pompeii (2022) foi composto durante a pandemia e explora temas como memória, escapismo e compaixão, com uma sonoridade art pop muito texturizada e cinematográfica. Já Michelangelo Dying (2025) reflete uma fase de vulnerabilidade emocional, abordando o fim de um relacionamento, a reconexão com a própria identidade e a cura interior. O álbum foi gravado em diferentes locais e a sua estética visual inspirou-se numa instalação artística com espelhos e tecidos, simbolizando a reconstrução emocional. Ao vivo, apresenta-se com uma presença contida mas profunda, sendo reconhecida pela sua integridade artística, evolução constante e capacidade de transformar dor, memória e imaginação em poesia sonora.
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